Suporte de vida extracorporal (SVEc) PowerPoint PPT Presentation

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Title: Suporte de vida extracorporal (SVEc)


1
Suporte de vida extracorporal (SVEc)
  • Versão original
  • Tom Brazelton, MD, MPH
  • Scott Hagen, MD
  • University of Wisconsin Childrens Hospital

Versão Portuguesa Carla Meireles, MD Francisco
Cunha, MD Unidade Cuidados Intensivos Pediátricos
Hospital S. João Porto - Portugal
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Objectivos
  • Conhecer as indicações e contra-indicações para
    SVEc
  • Compreender os princípios básicos do SVEc
  • Identificar as complicações mais comuns do SVEc
  • Saber qual o prognóstico dos pacientes
    submetidos a SVEc

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Suporte de vida extracorporal
  • Historial e terminologia
  • Indicações e contra-indicações
  • Princípios do SVEc
  • SVEc Veno-Arterial
  • SVEc Veno-Venoso
  • Complicações
  • Resultados

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Historial do SVEc
  • 1950s Desenvolvimento do SVEc fora do bloco
    operatório
  • 1960s Aperfeiçoamento da tecnologia (membrana
    de oxigenação) e da técnica de SVEc
  • 1970 Primeira utilização em cardiopatia
    congénita (Baffes et al)
  • 1976 Primeira utilização com sucesso na
    falência respiratória neonatal (Bartlett)
  • 1980s Aumento da utilização do SVEc na
    falência respiratória neonatal
  • 1989 Formação da Organização de Suporte de Vida
    Extracorporal

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Terminologia em SVEc
  • Bypass cardiopulmonar (BCP) suporte
    cardiorrespiratório total no bloco operatório
  • Membrana oxigenação extracorporal (ECMO) suporte
    parcial
  • Veno-Arterial suporte cardíaco e respiratório
  • Veno-Venoso suporte pulmonar
  • Remoção extracorporal CO2 suporte pulmonar
    parcial
  • Dispositivo de apoio ventricular (DAV) suporte
    cardíaco parcial

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Suporte de vida extracorporal
  • Historial e terminologia
  • Indicações e contra-indicações
  • Princípios do SVEc
  • SVEc Veno-Arterial
  • SVEc Veno-Venoso
  • Complicações
  • Resultados

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Diagnósticos Neonatais que mais frequentemente
requerem SVEc
  • Síndrome de aspiração meconial
  • Hérnia diafragmática congénita
  • Hipertensão pulmonar persistente
  • Sépsis
  • Síndrome de dificuldade respiratória
  • Pneumonia
  • Síndrome de air leak

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Indicações para SVEc Neonatal
  • Critérios incluem falência cardíaca e/ou
    respiratória reversível devido a
  • Hipoxemia persistente
  • Índice de Oxigenação 35-60 durante 0,5-6 horas
  • Gradiente A-a gt 605 mmHg durante 4-12 horas
  • PaO2 lt 40 mmHg durante mais de 2 horas
  • Acidose persistente ou choque
  • pH lt 7,25 durante mais de 2 horas ou hipotensão
  • Falência da terapêutica convencional
  • Ventilação mecânica / VAFO
  • ONi
  • Surfactante
  • Perfusão de catecolaminas

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Contra-indicações para SVEc Neonatal
  • Peso ao nascimento lt 2,0 kg limitação
    relacionada com o tamanho do cateter
  • Idade gestacional lt 34 semanas devido ao risco
    de hemorragia intraventricular (HIV)
  • Doença não pulmonar letal ou incurável
  • Hemorragia intraventricular II-IV devido ao
    risco de aumento da hemorragia
  • Contra-indicações relativas
  • Ventilação mecânica durante gt 10 dias (alto risco
    de lesão pulmonar irreversível)
  • HIV Grau I
  • Hemorragia não controlada ou coagulopatia

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Diagnóstico Pediátricos que mais frequentemente
requerem SVEc
  • Pneumonia
  • Bacteriana
  • Vírica
  • Aspiração
  • SDRA
  • Sépsis bacteriana e vírica
  • Síndrome torácico agudo
  • Inalação de fumo/ Queimaduras

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Critérios para SVEc Pediátrico
  • Presença doença pulmonar reversível
  • Ventilação mecânica gt 10 dias é contra-indicação
    relativa
  • Inexistência de outra disfunção de órgão
    significativa
  • Doentes imunocomprometidos têm alta mortalidade
  • Morte quase certa com terapêutica convencional
  • Sépsis não é contra-indicação para SVEc

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Indicações para SVEc Cardíaco
  • Cardiopatia congénita (CC)
  • Disfunção miocárdica transitória pós-operatória
  • Insuficiência respiratória em doente com CC
    tratável
  • Aumento da resistência vascular pulmonar
    pós-operatória
  • Miocardite com disfunção grave do miocárdio
  • Arritmias como ponte até a estabilização
  • Ponte até ao transplante cardíaco
  • Reanimação na paragem cardíaca

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Suporte de vida extracorporal
  • Historial e terminologia
  • Indicações e contra-indicações
  • Princípios do SVEc
  • SVEc Veno-Arterial
  • SVEc Veno-Venoso
  • Complicações
  • Resultados

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Anatomia pré-ECMO Lesão do pulmão e falência da
função pulmonar
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Suporte de Vida Extracorporal (SVEc)
  • O principio por detrás da SVEc é garantir o apoio
    da função pulmonar e cardíaca até estas
    melhorarem. Permite a redução de outros suportes
    para níveis inferiores e menos tóxicos

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Circuito de ECMO Componentes primários
  • Cateter venoso (auricular ou veia central)
  • Heparinizado, medição SvO2
  • Bomba propulsora (fornece retorno venoso)
  • Pulmão artificial (troca de gases)
  • Aquecedor (permite aquecer o sangue)
  • Cateter arterial
  • Veno-Arterial (VA) retorno sanguíneo para o arco
    aórtico
  • Veno-Venoso (VV) retorno sanguíneo para aurícula
    direita ou veia central

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Circuito de ECMO VA
Right Atrium
Aortic Arch
Venous Drainage
Heparin
Fluids
Blood Return
Bridge
Heat Exchanger
Gas source
Servo Regulation
Membrane Lung
Pump
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Circuito de ECMO
Aquecedor
Membrana pulmonar
Sanguearterial
Sanguevenoso
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Circuito de ECMO em utilização
MonitorSvO2
Monitor de pressão
Pulmão artificial
Aquecedor
Medidor do fluxo de gás
Ultrafiltração
Fluídos/ Heparina
Bomba propulsora
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Membrana Pulmonar
  • Membrana de policarbonatos/silicone com ansas em
    espiral
  • Fase gasosa e sanguínea separadas pela membrana
  • Permeabilidade ao CO2 gt O2 (razão 61)
  • Área de superfície variável (Neonatal lt
    Pediátrico lt Adulto)
  • Transporte de O2 e CO2 determinado por
  • Área superfície da membrana
  • Características de difusão da membrana
  • Gradiente de difusão do gás através da membrana
  • Transporte de O2 também determinado por
  • taxa de fluxo sanguíneo através da membrana
  • Transporte de CO2 também determinado por
  • taxa de fluxo de gás através da membrana

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Membrana Pulmonar
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Cateterização extratóracica
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ECMO Veno-Arterial (VA)
  • Indicado para falência cardiorrespiratória
    combinada
  • Fornece suporte cardiorrespiratório parcial, a
    longo prazo
  • até 80-90 do suporte
  • faz bypass ao sistema cardiorrespiratório do
    doente
  • Fornece uma oxigenação eficaz
  • Cateter venoso veia central ou aurícula direita
  • Cateter arterial orifício da artéria subclávia
    via artéria carótida direita

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Anatomia ECMO Cateterização Veno-Arterial
Cateter arterial
Cateter venoso
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ECMO Veno-Arterial (VA)
  • Débito cardíaco é a soma do fluxo da ECMO com o
    débito cardíaco do doente
  • Factores que aumentam oxigenação arterial do
    doente
  • Aumento do fluxo da ECMO
  • Diminuir o fluxo sanguíneo pulmonar
  • Diminuir o consumo de oxigénio(VO2) aumento da
    saturação de oxigénio venoso misto (SvmO2)
  • Factores que determinam o fornecimento de
    oxigénio
  • Débito cardíaco total (QECMO Qdoente)
  • Saturação da hemoglobina e PaO2
  • Concentração da hemoglobina
  • O melhor indicador de suporte adequado (SvmO2)

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Bypass Cardiopulmonar

Na ECMO VA o fluxo extracorporal é menor do que
o total, com algum fluxo pulmonar ainda presente
(representado pela seta parcial)
ECMO (Red Book), 2000, p. 53, Figure 13
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Considerações no Uso da ECMO Veno-Arterial (VA)
  • Laqueação da artéria carótida
  • Laqueação da veia jugular interna
  • Potencial para êmbolos arteriais directos
  • Efeitos renais do fluxo sanguíneo não pulsátil
  • PVC imprecisa
  • Elevada pós-carga ventricular esquerda
  • Baixo fornecimento de oxigénio pelas coronárias
    a maioria do fluxo sanguíneo coronário provém do
    débito ventricular esquerdo

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ECMO Veno-Venoso (VV)
  • Indicado para falência respiratória
  • O sangue flúi a partir do sistema venoso central
    e regressa ao sistema venoso central através de
    um ou mais cateteres
  • Sem apoio cardíaco - o débito cardíaco é
    determinado pelo doente
  • Oxigenação menos eficiente - saturações arteriais
    do doente 80-95
  • Factores que aumenta a oxigenação arterial
    (doente)
  • Optimização do fluxo da ECMO (minimizar a
    recirculação de sangue através do circuito da
    ECMO)
  • Aumento do débito cardíaco
  • Melhoria da função pulmonar do paciente
  • Diminuição do consumo de oxigénio (VO2) -
    aumentar SvmO2

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Anatomia ECMO Cateterização Veno-Venosa
Cateter com sangue venoso e arterial (oxigenado)
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Cateter de duplo lúmen para ECMO VV
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Considerações na ECMO Veno-Venoso (VV)
  • À medida que aumenta a função pulmonar do doente
    melhora a SaO2
  • Artéria carótida poupada
  • Menor risco de êmbolos arteriais
  • Preservação da pulsatilidade do fluxo de sangue
    renal
  • Medições precisas da PVC
  • Pode ocorrer recirculação de sangue no circuito
    da ECMO
  • Sinais de recirculação
  • Aumento SvO2 no circuito da ECMO
  • Diminuição ou sem melhoria da SaO2 do doente
  • Diminuição da diferença da saturação de oxigénio
    antes e depois da membrana
  • Recirculação causada por altas taxas de fluxo na
    ECMO, diminuição do débito cardíaco e pela
    posição do cateter

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Abordagem do paciente com ECMO
  • Pulmonar proporcionar repouso ao pulmão
  • PEEP suficiente para manter pulmão aberto (CPAP
    no síndrome de air leak)
  • Distensão cíclica para melhorar a função do
    pneumócito (com VT e PIP baixas)
  • FiO2 0,21-0,30 (na ECMO VA a maior parte do fluxo
    sanguíneo coronário é a partir do ventrículo
    esquerdo)
  • Cardíaco pode necessitar de suporte inotrópico
    por disfunção miocárdica
  • ECMO VV
  • Doentes pediátricos

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Abordagem do paciente com ECMO
  • Sedação e analgesia
  • A curarização não é necessária por rotina
  • Fluidos e nutrição
  • Nutrição parenteral de acordo com a idade
  • Alimentação enteral parece ser tolerada nos
    adultos e crianças com ECMO dados neonatais são
    limitados
  • Habitualmente os doentes ficam edemaciados
  • As necessidades de electrólitos podem ser
    aumentadas devido ao volume do circuito

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Abordagem do paciente com ECMO
  • Hematologia anticoagulação com heparina
  • Monitorizar terapêutica anticoagulante
  • Renal pode se necessário diuréticos,
    ultrafiltração ou hemodiálise
  • Cuidado com a pele para evitar ruptura da
    barreira cutânea
  • Profilaxia antibiótica (cateter)
  • Neurológico avaliação clínica frequente
  • nos neonatos vigilância com ecografia
    transfontanelar

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Interromper ECMO
  • Quando as condições que levaram a necessidade
    de ECMO foram corrigidas
  • Restabelecimento da função pulmonar
  • Restabelecimento da estabilidade hemodinâmica
  • Como
  • Avaliando a função pulmonar e fornecendo
    ventilação mecânica (SaO2 e gasometria )
  • Avaliando a função cardíaca ecocardiograma
  • ECMO-VV
  • Diminuição do fluxo da ECMO e da FiO2
  • ECMO-VA
  • Diminuição da taxa de fluxo da ECMO
  • Pode ser necessário algum suporte inotrópico
  • Monitorização hemodinâmica, SvO2, gasometria

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Suporte de vida extracorporal
  • Historial e terminologia
  • Indicações e contra-indicações
  • Princípios do SVEc
  • SVEc Veno-arterial
  • SVEc Veno-venoso
  • Complicações
  • Resultados

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Complicações SVEc
  • Associação com
  • Contacto do sangue com a superfície do circuito
  • Duração do tempo em ECMO
  • Quanto mais tempo ECMO ? mais complicações
  • Anticoagulação com heparina
  • Deficiência congénita/adquirida de factores
  • Ruptura das barreiras fisiológicas contra a
    infecção (cateter)
  • Fluxo sanguíneo não pulsátil para os órgãos
    (rins)
  • Inclui tanto as complicações do doente como as
    complicações mecânicas do circuito de ECMO

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Complicações SVEc
  • Complicações do doente
  • Hemorragia (SNC, local do cateter, GI)
  • Hemólise
  • Neurológicas (convulsões, embolia gasosa)
  • Disfunção renal
  • Infecção
  • Atordoamento cardíaco
  • Complicações do circuito
  • Falência do pulmão artificial
  • Coágulos no circuito (áreas com baixo fluxo,
    conectores)
  • Falência da bomba propulsora ou do aquecedor

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Suporte de vida extracorporal
  • Historial e terminologia
  • Indicações e contra-indicações
  • Princípios do SVEc
  • SVEc Veno-arterial
  • SVEc Veno-venoso
  • Complicações
  • Resultados

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Resultados globaias SVEc
  • Sobrevivência até
  • à alta hospitalar
  • ou transferência
  • Falência respiratória neonatal 78
  • Falência cardíaca neonatal 37
  • Falência respiratória pediátrica 55
  • Falência cardíaca pediátrica 42

ELSO, 1/2003
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Resultados ECMO neonatal
  • UK Collaborative ECMO Trial
  • 20 UCIN e 5 centros de ECMO (Reino Unido)
  • 185 neonatos com alto risco de mortalidade
  • Randomização ECMO ou terapêutica convencional
  • ECMO 71 de sobrevida à data da alta, 68
    sobrevida ao fim de um ano sem incapacidade grave
  • Control 41 sobrevida à data da alta, 40 ao
    fim de um ano sem incapacidade grave

UK Collaborative ECMO Group,Pediatrics, 1998
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Sobreviventes do SVEc pediátrico Resultados
  • Neurológico
  • 72-91 sem sequelas ou com incapacidade ligeira
  • Enfarte cerebral até 6
  • Convulsões referidas até 10
  • Pulmonar
  • Raramente é referida doença pulmonar crónica

ELSO, 1/2000
43
Questões actuais nos estudos dos resultados com
SVEc
  • Mudanças na terapêutica convencional da população
    control
  • Alteração na estratégia de ventilação mecânica
    convencional
  • Uso de ONi, VAFO, surfactante
  • Mais intervenções originam aumento do tempo antes
    de se iniciar ECMO
  • Aumento da complexidade médica dos pacientes
  • Diminuição da experiência clínica com SVEc
  • Todos estes factores reduzem uso de SVEc e
    aumentam a mortalidade

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Referências / Sugestões de leitura
  • Zwischenberger JB, Steinhorn RH, and Bartlett RH
    (editors), ECMO Extracorporeal Cardiopulmonary
    Support in Critical Care, Second Edition,
    Extracorporeal Life Support Organization, 2000
  • Chapter 3 - Physiology of ECLS (VA ECMO)
  • Chapter 6 - Principles and practice of VV ECMO
  • Chapter 19 - Clinical Management of Neonates on
    VA ECMO
  • Chapter 25 - Management of Children with ECLS
  • UK Collaborative ECMO Group. The Collaborative
    UK ECMO Trial Follow-up to 1 year of age.
    Pediatrics 1998 101(4)e 1-10
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